quarta-feira, 5 de setembro de 2012

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Mas se te torturas tanto a cada manhã, desligando sem sentir o despertador para que não te jogue bruscamente no centro de um mais um dia a ser preenchido unicamente pelo que conseguires inventar, por que não participar então  de um curso qualquer de inverno? Algo como “Mandalas Alquímicos e a Arquitetura das Catedrais Góticas”, “Prefixos Sânscritos na Obra de Guimarães Rosa”, ou ainda “Premonições Pós-Modernas no Cinema de J. B. Tanko”.
(Caio Fernando Abreu. Saudades de Audrey Hepburn, in: Os Dragões Não Conhecem o Paraíso)

São tantas as coisas que eu queria te falar e contar. E eu sigo fantasiando que você entende tudo e melhor que todo mundo. E isso acaba comigo, mas, ao mesmo tempo, me tira um pouco da chatice burra e apática de sempre. E então, me vem a ideia de realmente te contar as coisas. E por isso escrevo. Porque se você entra aqui pra ler é você que, com todo o meu amor que você nem imagina, consegue sentir como sendo seu. Não me esquece, por favor. Eu nunca vou esquecer você.


— Tati Bernardi

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