terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

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Não sei fazer “jogo social”. Até saberia, mas não me interessa, tenho preguiça.
(Caio Fernando Abreu, carta a Guilherme de Almeida Prado)

Tenho planos, claro (todo mundo tem). Mas objetivamente estou aqui sem nada à minha frente. O momento futuro é uma incógnita absoluta. Eu não posso pensar “não, daqui a um ano eu vou pro campo ou eu caso ou me formo ou vou à Europa”. Eu não sei. Fico esperando que pinte uma coisa, naturalmente. E essa falta de ação me esmaga um pouco. 

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